
Obs.: só estará apta a vaga no CONSEA a associação que estiver adimplente com a Receita Federal (medinate apresentação de comprovante) e ativa.
FONTE: blog da assist.social
A Escola Municipal José Alexandre de Lima (Cajazeiras) encontra-se localizada numa área que está sendo reconhecida como remanescente de quilombola e desenvolveu atividades direcionadas ao dia da consciência negra comemorado no dia 20 de novembro. O Colégio Ideal participou das festividades onde alguns alunos apresentaram músicas, danças e poemas acerca do tema. Os alunos do professor Geraldo Camilo Junior, do 5º Ano, da escola de Cajazeiras também fizeram suas apresentações. Foi um momento rico de troca e de aprendizagens significativas. Além de ter sido uma oportunidade de valorização da cultura local que se constitui num dos objetivos da escola de acordo com o que rege o Projeto Político Pedagógico da mesma.
fonte: blogs santoantoniominhacidade e sec.educaçãoAs Feiras de Ciências das escolas municipais foram um sucesso. A última aconteceu na EM Maria Umbelino de Melo com o tema “O meio Ambiente”. Também realizam suas feiras a EM José Alexandre de Lima que trabalhou com o tema “A importância da cultura local para a história de um povo” e o CMEI Prof.ª Rosa de Araujo Maia que trabalhou “o resgate da importância da literatura infanto juvenil e dos contos clássicos na Educação Infantil.
História do Dia Nacional da Consciência Negra
Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Importância da Data
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.
fonte: suapesquisa.com
Diante da importância do hábito da leitura e da falta de recursos financeiros para implantação de uma biblioteca em cada escola criou-se o projeto de biblioteca itinerante denominado “Caminhos de Leitores” buscando uma forma inovadora de disseminar a leitura nas escolas da rede, que era um sonho da professora Lourdinha Fernandes e que se transformou em realidade.
Com o apoio do professor Ranilson Duarte e a professora Maria José Candido o projeto está sendo um sucesso.
Todas as escolas estão sendo visitadas e a emoção dos alunos ao assistirem a peça e adentrarem no traller nos faz acreditar que apesar de todas as dificuldades e desafios é possível oferecer educação de qualidade.
por gilliard faustino